Categoria: Acontece no Teresiano

Olimpíada Brasileira de Física

Olimpíada Brasileira de Física

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Alunos do Teresiano são classificados para Olimpíada Brasileira de Física

 

É com muito orgulho que parabenizamos os alunos Eduardo de Noronha (1ª série B), Gabriel Andrade (2ª série B), Pedro Simões (2ª série A) e Cristóbal Canales (3ª série B), todos classificados para a segunda fase da OBF – Olimpíada Brasileira de Física. A próxima etapa será no dia 18 de agosto na Escola Britânica, desta vez uma prova eliminatória.

O professor Thiago Tavares, organizador da primeira etapa realizada no Colégio Teresiano, está muito contente e certo de que realizaram um excelente desempenho chegando até aqui. Desejamos muita sorte a todos nesta próxima fase![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Eucaristia dos alunos do 5º ano

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Alunos celebram Primeira Eucaristia

 

No sábado, dia 23, o Colégio Teresiano celebrou a Primeira Eucaristia dos alunos do 5º ano A e B do Ensino Fundamental I.

A celebração começou às 10h e contou com a presença de muitos pais, familiares, professores, funcionários, a diretora Glória Fátima e, claro, os alunos.

Na oração de Acolhida da Missa, Padre Paulo lembrou que a Primeira Eucaristia é o momento de celebrarmos juntos esse sacramento que nos sustenta e dá vida.

Alexandre Britto, Coordenador de Educação Religiosa do Ensino Fundamental 1, ressaltou a importância do momento da Eucaristia – que é o centro da fé cristã e a continuidade do processo da educação religiosa dos alunos.

A catequista Maribel Borges enfatizou que a participação da Eucaristia é um momento especial para alcançarmos uma vida mais unida a Jesus Cristo.

Ao fim da celebração, todos se reuniram no pátio para uma confraternização em agradecimento a este momento tão especial.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”22196,22197,22198,22199,22200,22201,22202,22203″ img_size=”medium” column_number=”2″ grayscale=”no” images_space=”gallery_with_space”][/vc_column][/vc_row]

Torneio Teresiano 2018

Vôlei do Teresiano

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Equipes de Vôlei do Teresiano se destacam no semestre

 

Não é só dentro de sala de aula que nossos alunos brilham. Neste primeiro semestre, as equipes de vôlei do Colégio Teresiano tiveram ótimos resultados nos amistosos e torneios esportivos em que participaram. A equipe feminina garantiu o segundo lugar no torneio Sub 15 e terceiro lugar no Sub 18. Já a equipe masculina ficou em segundo lugar no torneio Sub 18.

 

Confira os resultados:

Equipe Feminina

Amistosos:
20/04/2018 – Teresiano 3 x 1 Divina Providência
02/05/2018 – Santo Inácio 2 x 2 Teresiano – Santo Inácio: 77 pontos / Teresiano: 80 pontos

Torneios:
23/06/2018 – Sub-15: 2º lugar
23/06/2018 – Sub-18: 3º lugar

Equipe Masculina

Amistosos:
21/05/2018 – Santo Inácio 0 x 5 Teresiano
15/06/2018 – Teresiano 3 x 0 São Vicente

Torneios:
23/06/2018 – Sub-18: 2º lugar[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”22071,22069,22068,22075″ img_size=”medium” column_number=”4″ grayscale=”no” images_space=”gallery_without_space”][/vc_column][/vc_row]

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Debates Eleitorais no Teresiano

[vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_column_text]No último mês de maio, os alunos do Ensino Médio do Colégio Teresiano estudaram a fundo as propostas eleitorais dos candidatos à Presidência da República. A atividade fez parte do Debate Eleitoral feito com as turmas 3ªA e 3ºB, com objetivo de conhecer as plataformas políticas dos sete primeiros candidatos nas eleições de outubro de 2018.

O critério escolhido para definição dos candidatos foi a colocação nas últimas pesquisas eleitorais de intenção de voto realizadas pelos institutos IBOPE e DATA FOLHA. A atividade começou pela divisão dos grupos, sorteio dos candidatos e, por fim, foi realizada a apresentação dos grupos em um formato de debate eleitoral.

“Nesse projeto o protagonismo é todo dos alunos, é o dia deles brilharem com argumentos críticos que foram pesquisados e ensaiados. O mais interessante é observar como eles se comportam, as estratégias que utilizam e a motivação em torno das discussões políticas”, afirmou a professora de sociologia e orientadora da atividade, Pâmela Esteves.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”22082,22081,22084,22083″ img_size=”medium” column_number=”4″ grayscale=”no” images_space=”gallery_with_space”][/vc_column][/vc_row]

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Alegria contagiante na Festa Junina

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Tempo de reunir alunos, professores e familiares em um dia típico de São João

 

A alegria invadiu as quadras do Colégio Teresiano no último sábado. É que foi dia da nossa tradicional Festa Junina, tempo de reunir alunos, professores e familiares em um dia típico de São João, com direito a comidinhas, quadrilha, brincadeiras, e claro, muita emoção.

É o momento tão esperado em que alunos mostram orgulhosos a dança preparada com muito carinho para todos. Em que os pais, com olhares atentos, registram tudo cuidadosamente em suas câmeras fotográficas, com largos sorrisos nos rostos e aquele gostinho de quero mais.

Dia em que nossos professores, funcionários, e famílias vestem literalmente a camisa, e participam ativamente de cada detalhe da organização.

É também quando os alunos do Ensino Médio sentem que o momento escolar está chegando ao fim, e, mesmo sem perceberem, aproveitam cada minuto dos amigos e do Colégio de forma vibrante.

É quando o terceiro ano se despede da festa de forma emocionante, quando os ex-alunos revisitam o passado, e deixam a alegria contagiar quem estiver por perto.

E claro, tudo isso em meio a extensa programação que começou logo de manhã, às 11h, com as apresentações de danças de cada turma, concerto de flautas da Oficina de Música, quadrilha dos Pais e até casamento junino!

Não podemos esquecer também da nossa rifa beneficente, que premiou cinco felizardos com ótimos prêmios e terá toda sua renda destinada aos projetos sociais apoiados pelo Colégio Teresiano: Projeto Êxito, Centro de Educação Popular Novamérica (Rio de Janeiro); Escola-Irmã de São Raimundo Nonato (Piauí); e Comunidade de São Pedro Poveda (Taquaritinga – SP).

“Trabalhamos duro para que nossa festa Junina seja sempre um momento feliz e marcante para todos.” Afirma Gilson Pereira, Coordenador do Setor Comunitário Pastoral e um dos responsáveis pela organização da festa junina do Colégio.

Certamente, um sábado para ficar na lembrança de todos. Ano que vem tem mais![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”22207,22208,22209,22210,22211,22212,22213,22214,22215,22216,22217,22218,22219,22220,22221,22222,22223,22224,22225,22226,22227,22228,22229,22230,22231,22232,22233,22234,22235,22236,22237,22238,22239,22240,22241″ img_size=”medium” column_number=”6″ grayscale=”no” images_space=”gallery_with_space”][/vc_column][/vc_row]

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Momento de escuta ECO TETO

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Alunos do Teresiano se comovem com ação social

A emoção tomou conta do Centro de Voluntariado do Teresiano. É que nos últimos dias 19 e 20 de maio, alunos e professores da escola estiveram na comunidade de Jardim Gramacho participando da ação social “Escutando Comunidades” (ECO), da ong TETO.

Trata-se de um momento de escuta em que os alunos entram nas casas dos moradores para entenderem um pouco mais de como vivem as pessoas, suas necessidades e qual a melhor maneira de serem ajudadas. É o ponto de partida para que possam ser tomadas as primeiras iniciativas, descobrir a realidade de cada lugar e os sonhos de cada comunidade.

As entrevistas aconteceram no final de semana, quando os alunos se instalaram em um alojamento local e se dividiram em equipes lideradas por dois voluntários experientes e previamente capacitados, para a aplicação das enquetes com os moradores.

Certamente, foram as 48 horas mais impactantes na vida desses  jovens. “É algo que me atingiu de um jeito que eu não esperava” afirmou Pedro Henrique, estudante do 2ª série do Ensino Médio.

Ao todo, os jovens escutaram mais de mil famílias em um único dia, e com certeza esse momento vai ficar marcado para sempre em suas vidas.

“É uma experiência pesada, mas necessária” afirma a coordenadora do Centro Animação Pastoral no Ensino Médio, Francis Ronsi, que acompanhou os jovens durante o final de semana. “Mais do que um momento de escuta, o choque de realidade faz com que estes jovens façam reflexões sobre privilégios, humanidade, violência e, principalmente, sobre a invisibilidade com a qual estão acostumados em relação as pessoas em situação  de risco”, complementa.

E o choque de realidade já começou logo no início da experiência, quando os alunos foram divididos em setores diferentes, com mais ou menos conforto, de acordo com a cor da pulseira que escolhiam, aleatoriamente.

Mas o grande impacto veio na hora do “Aquário”, uma dinâmica feita com os voluntários para relatarem suas experiências durante as entrevistas. “Foi um tsunami de sentimentos”, afirmou a estudante Helena Gomes, da 2ª série do Ensino Médio.

Nessa hora, os alunos entendem que seu papel ali não é apenas de ajudarem a construir casas, mas também o de amadurecerem enquanto seres humanos. “Lá eu enxerguei pessoas que agradecem e são felizes com o mínimo. E muitos aqui do outro lado não agradecem mesmo tendo o máximo”, refletiu o estudante Mateus Veras, da 2ª série do Ensino Médio.

A TETO é uma Organização Não Governamental (ONG) presente na América Latina e no Caribe que visa superar a situação de pobreza em que vivem milhões de pessoas nas favelas mais precárias, por meio do engajamento comunitário e mobilização de jovens voluntários. Com a implementação de um modelo de intervenção focado no trabalho lado a lado com moradores das comunidades, a Instituição busca construir moradias mais dignas, promover a educação de crianças de 4 a 10 anos por meio de oficinas de leitura e envolver toda a comunidade em projetos de melhoria para seus bairros.

Há 10 anos no Brasil, a organização já trabalhou em mais de 100 comunidades, construiu mais de 2.400 casas emergenciais, desenvolveu 26 projetos comunitários e mobilizou mais de 30 mil voluntários.

Atualmente, no Rio de Janeiro, a organização está presente em 6 comunidades: Jardim Gramacho, Parque das Missões, Vila Beira Mar, em Duque de Caxias, Canal de Anil e Guarani, em Jacarepaguá e Portelinha, em Santa Cruz.

O bairro de Jardim Gramacho possui em torno de 5000 famílias e sua expansão foi em função da abertura de um lixão clandestino em 1976. Em 1992, o então maior lixão a céu aberto da América Latina foi transformado em um aterro controlado. Em 2012, o aterro foi definitivamente fechado, e a maioria das famílias residentes perdeu sua principal fonte de renda. O TETO atua na comunidade desde 2013. Recentemente, uma grande conquista da ONG foi a construção de uma biblioteca no local.

O Programa de Voluntariado Colegial visa aproximar a realidade do jovem estudante com a de comunidades que vivem em situação de extrema pobreza, estimulando, assim, que os alunos e as alunas se tornem cidadãos mais críticos e atuantes. Após a etapa de escuta, chega o momento da grande   mobilização, que  é  um mutirão para a construção de moradias pré moldadas de emergência, em dois dias ou mais, para famílias de alta vulnerabilidade social.  Esta próxima etapa está marcada para novembro e os alunos mal podem esperar por este momento.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”20267,20268,20269,20270″ img_size=”full” column_number=”4″ grayscale=”no” images_space=”gallery_without_space”][/vc_column][/vc_row]

Revoar_00

Empreendedorismo social

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Programação do LES

O Empreendedorismo Social tem sido tema recorrente em algumas manhãs das turmas do Ensino Médio. Como parte da programação do LES – Laboratório de Empreendedorismo Social, alguns profissionais têm vindo apresentar seus projetos e promovendo um bate-papo sobre propostas e possibilidades nessa área.

O LES é um projeto que se inicia no 9º ano e segue até o Ensino Médio, quando, então, os alunos iniciam a elaboração de uma proposta de intervenção. “A experiência no desenvolvimento de um Empreendimento Social pode ajudar os nossos alunos na sua escolha profissional, quando, impulsionados por um problema social, encaram o desafio de elaborarem, em grupo, uma solução que proporcione um impacto social”, reforça Francilaide Ronsi, professora de Educação Religiosa.

Nesse trabalho, em parceria com professores de Geografia, Sociologia e Filosofia, são desenvolvidas diversas competências dos alunos, como: liderança, comunicação, trabalho colaborativo, inteligência social e emotiva, planejamento e organização, pensamento criativo, entre outras.

AS PALESTRAS

No último mês de maio, duas ex-alunas do Colégio Teresiano, Carolina Senna e Luciana Sucupira vieram para contar suas histórias e mostrar aonde chegaram, inspiradas ao longo de um percurso rico em desafios.

A turma estava muito quieta, afinal era cedo, e, então, a dupla iniciou o primeiro movimento: “Vamos mudar a disposição das cadeiras e fazer uma caminhada de reconhecimento”, convocou Carolina. Olhando uns para os outros, se conectando em duplas ou em trios, logo voltaram para seus lugares e passaram para o exercício do silêncio. Com base na metodologia Pinacarri, de um grupo aborígena, da Austrália, Luciana os orientou para que pudessem aproveitar para perceber o seu silêncio interno e, assim, observar, aos poucos, o silêncio externo.

“Como o Empreendedorismo Social pode te motivar?” – provocaram.

À frente do Instituto Revoar, que trabalha com jovens do Ensino Médio em Escolas Públicas e com jovens que cumprem medidas socioeducativas, Carolina traz consigo, até hoje, as vivências que teve no Teresiano, nas ações de voluntariado. “Foi o que me motivou”, afirma. Há um ano e meio no Projeto, Luciana reflete, emocionada: “A gente sempre acha que está transformando o outro. Mas, se você parar para pensar, você está transformando a si mesmo, num exercício constante de aprendizado”.

Os alunos que, já nos primeiros anos do Ensino Médio, começam a pensar sobre quais alternativas têm para o seu futuro profissional, observavam, atentamente essa opção: “O empreendedorismo social é um negócio, que pode ser executado num modelo híbrido, com recursos próprios e financiamento colaborativo. O grande desafio é ‘Como viver disso? ’”, segue Carolina.

“Precisamos trabalhar muito em equipe. E os pré-requisitos são sem dúvida: muita determinação, capacidade de gerenciar o tempo, muito amor e muita ousadia”, completou Luciana.

O estudo continuado faz parte do dia a dia, pois elas precisam estar sempre atualizadas, entender um pouco de tudo, mesmo que contratem equipes ou voluntários para executarem determinados serviços. Captação de recursos, controle das doações, retorno para os investidores, prospecção, são apenas algumas ações que não podem parar. Fora toda a estrutura administrativa que é necessária para gerenciar tudo isso.

Na sequência, os alunos passaram às perguntas. E não pegaram leve, não! Bem concisas e provocadoras, traziam questões importantes. Afinal de contas, esse é um momento em que muitas dúvidas aparecem. E as respostas, inspiram.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_accordion active_tab=”” collapsible=”yes” style=”accordion”][vc_accordion_tab title=”Vocês já falharam alguma vez? Como superaram o desafio?”][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Como conseguiram patrocínio no início? O capital foi do bolso de vocês?”][vc_column_text]R: Já ouviram falar de plataforma de financiamento coletivo? Existem várias opções e modelos do que se chama crowdfunding. Não tem que ter vergonha. É importante ser bem transparente na apresentação e no retorno aos investidores, afinal, temos uma causa real, ali.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Já desanimaram por alguma demanda?”][vc_column_text]R: [LUCIANA] Não. Estou bem animada até hoje. Quando uma desanima, a outra levanta a equipe.

R: [CAROLINA] Ah, já desanimei várias vezes… A questão é: qual o seu propósito maior? É muito maior do que a minha crise no relacionamento, certamente.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Qual foi a motivação de vocês?”][vc_column_text]R: Ter certeza do poder transformador que tem a juventude.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Como descobriram que era isso que vocês queriam fazer para o resto da vida?”][vc_column_text]R: [CAROLINA] O Colégio Teresiano contribuiu muito para isso. Aqui, tive a oportunidade de ir a alguns lugares através do trabalho de voluntariado. Foram oportunidades que me mostraram que aquilo fazia sentido para a minha vida. Agora, tem que ter uma disponibilidade interna muito fortalecida. Não é que a gente não tenha medo. Mas, tem que seguir em frente.

R: [LUCIANA] Eu percebi que estava no caminho certo quando me dei conta que a segunda-feira deixou de ser um problema para mim! Transformar socialmente sempre foi uma coisa que me motivou. As respostas muitas vezes são emocionais, outras vezes, intuitivas.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Por que o nome do projeto, Revoar?”][vc_column_text]R: [CAROLINA] Queria algo voltado para o voo, liberdade, autonomia, pássaros. Voo – chegada – pouso. A gente quer dar asas para as pessoas voarem.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”Trabalham em outros projetos simultâneos?”][vc_column_text]R: Sim e não. Com base nas nossas metodologias, o Sesc nos convidou para dar consultoria numa ação voltada para idosos. São consultorias pontuais.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”No Projeto Amanhecer, percebemos que a realidade é muito diferente da nossa. Como isso afeta a vida de vocês?”][vc_column_text]R: Não tem muita preparação. A gente se apoia muito. Buscamos cuidar da gente para cuidar do outro. Mas quando você olha mais de perto, pode ver que as realidades emocionais, pelo menos, não são muito diferentes assim.

Desafios, emoções, trabalho, decisões, vamos juntando as peças para construirmos um futuro consistente. Que venham mais inspirações como essa para alimentar nossas escolhas![/vc_column_text][/vc_accordion_tab][/vc_accordion][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_column_text]#colegioteresiano #empreendorismosocial #trabalho #voluntariado #ensinomedio #inspiracoes[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”20043,20042,20041,20040,20039,20038,20037,20036,20035″ img_size=”medium” column_number=”3″ grayscale=”no” images_space=”gallery_with_space”][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][/vc_column][/vc_row]

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Semana Tecnológica agita o Teresiano

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É possível aprender a programar se divertindo

O Colégio Teresiano realizou, dos dias 21 a 25 de maio, a primeira edição da sua “Semana da Educação Tecnológica”. Com o objetivo de mostrar que é possível aprender a programar se divertindo, e, claro, celebrar o primeiro momento de descobertas no scratch, a semana foi marcada por uma maratona de diferentes atividades e oficinas em todas as séries, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Com a presença de pais e de professores, os alunos lançaram mão de todos os recursos aprendidos sob o olhar atento de suas famílias.

 

Mas afinal, o que é o scratch?

Segundo Patricia Siffert, Assessora de Educação Tecnológica do Colégio, o scratch é uma linguagem de programação com o diferencial de modelo de programação em blocos, o que simplifica muito o entendimento e a compreensão digital.

Para Patrícia, “Fazer com que os pais vivenciem a alfabetização digital dos alunos é importante para compreenderem culturalmente essa linguagem, além de o fazerem pensar na tecnologia de forma coletiva e não excludente”, afirma.

A Semana da Educação Tecnológica aconteceu em dois momentos: no primeiro, os alunos apresentaram trabalhos e os códigos aprendidos em sala, utilizados para criarem jogos, animações etc. Já no segundo momento, pais e alunos interagiram com o próprio conteúdo desenvolvido, realizando desafios, quizz e abordando as questões aprendidas em sala.

Teve também interação entre as turmas. “Nós ajudamos os alunos do 6º ano e fomos ajudados pelos alunos do Ensino Médio. A experiência foi super legal e somou muito para minha vida!”, contou a estudante do 9º ano, Maria Eduarda Musa. Já a professora de Ciências, Raquel Pinho, preparou jogos a partir de conteúdos do bimestre. “Teve jogo sobre equação, sobre tênis, sobre futebol, sobre desigualdade econômica, sobre a vinda da Coroa Portuguesa para o Brasil, sobre átomos, entre outros. Foi muito bacana ver os alunos do 6° ano jogando o que o 9° preparou, assim como também foi legal ver o 9° ano entrando na vibe dos desafios do 6º ano”, completou Raquel.

A participação dos pais também estava a todo vapor. Érica Cavour, mãe do aluno Thomas, do 6º ano A, afirmou que não tem ambição em aprender programação, mas reconhece a importância de desenvolver o raciocínio digital de forma mais humana e que estimule a questão colaborativa. Afinal de contas, a tecnologia está cada vez mais presente no nosso dia a dia.

Esses e outros temas também foram abordados no evento Scratch Day, realizado no último dia 12 de maio no Conecta.la, no Humaitá, promovido pelo Beaba 21 e que contou com o apoio do Colégio Teresiano. Um dos temas mais debatidos foi exatamente o impacto da tecnologia no nosso dia a dia e em como isso afeta os jovens no ambiente educacional.

Segundo Patrícia Siffert, “Estimular o raciocínio digital traz consequências profundas e promove o raciocínio cognitivo, debate questões como ética digital e ainda funciona como agente multiplicador”, finaliza.

Mais do que promover a linguagem de programação, a Semana Tecnológica é prova de que é possível transpor os limites da sala de aula e colocar pais e filhos em um mesmo ambiente digital.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”20032,20033,20034,20031″ img_size=”medium” column_number=”4″ grayscale=”no” images_space=”gallery_with_space”][/vc_column][/vc_row]

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Manhã de Informação Profissional

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A equipe de coordenação do Ensino Médio do Colégio Teresiano promoveu a Manhã de Informação Profissional, no sábado, dia 12 de maio. O encontro teve por objetivo compartilhar experiências e apresentar para os alunos os diversos caminhos que eles têm disponíveis para as suas escolhas de futuro.

Além da tradicional exposição das Universidades, vários pais se apresentaram contando as suas trajetórias desde suas primeiras dúvidas no Ensino Médio até a sua profissão atual. Inicialmente quietos, aos poucos os alunos foram se empolgando com as histórias, numa identificação genuína de quem vive o dia a dia com seus heróis de vida – seus próprios pais ou pais de seus melhores amigos.

Duda, ex-aluna do Colégio Teresiano, que hoje está na ESPM, apresentou a Escola Superior de Propaganda e Marketing relembrando que a sua escolha profissional foi inspirada justamente numa Feira como essa.

“E quem aqui está com dúvidas?”, perguntou o Carlos Ferrari, músico, um dos pais que depois de muitas buscas se encontrou num segmento que pressupõe um alto grau de instabilidade. Depois de trabalhar como roadie¹ em bandas de música, com o principal objetivo de conviver e aprender muito, é um bem-sucedido profissional do ramo, sendo, inclusive, um dos responsáveis pela formação do Grupo Monobloco – que no Carnaval deste ano fechou o evento levando junto uma multidão no Aterro do Flamengo. “Não tenham medo de escolher, e saibam que as dúvidas fazem parte de todo o processo. O que sempre me ajudou foi a base que tive no início da minha formação: a disciplina, o planejamento, a organização. Com isso, vocês podem conquistar o que quiserem”, disse.

Michele Pfeil, engenheira e mãe da Anita, 2ª série B, mostrou que a escolha de uma profissão não se limita a um único campo de atuação. Se você quando criança gostava de artes e mais adiante escolheu uma carreira aparentemente mais técnica, como a engenharia, vai ter a oportunidade de exercer a sua melhor habilidade aí também: “Temos uma área que se chama OAE – Obras de Arte Especiais, que são estruturas lindíssimas que os engenheiros têm a oportunidade de criar, como pontes suspensas ou barragens, por exemplo, e que depois viram ponto de referência e um grande orgulho para os profissionais que participaram dessas construções”, exemplifica.

Falando em pontes, o advogado Pedro Cristofaro, pai da Maria Clara, 3ª série B e Antonio Pedro, 1ª Série A, diz que para ser um bom profissional na área do Direito é preciso ter muita habilidade para transitar entre relacionamentos: “É um exercício constante de construção, pois as pessoas precisam tratar de assuntos ‘convergentes’ – onde é preciso ‘combinar’ coisas formalmente, como na elaboração de um contrato, por exemplo, e questões ‘divergentes’ – para as quais precisamos solucionar diversos ‘conflitos’”. Pedro vem de uma família de advogados de grandes nomes da música mas acabou indo para o segmento corporativo.

Todos convergiram numa mesma questão: a leitura e a educação continuada são essenciais para o crescimento profissional e ajudam a estruturar até mesmo as mudanças de rota. E não é só porque querem convencer seus filhos de que estudar seja importante. Todos os que se apresentaram se mantêm atualizados em diversos cursos de extensão ou na docência, simultaneamente com o exercício de suas funções.

Também conta, ainda nos tempos de hoje, a vocação – essencial para todas as formações, mas principalmente para as que tratam dos cuidados com a vida, como a medicina, medicina veterinária e a psicologia. “Cuidar e ajudar, fazer a diferença na vida do outro, é o que nos motiva diariamente”, fala comum nas apresentações de Simone Cotrim, Maria Alice Gress e Raquel Veloso, profissionais dessas áreas.

Os pais Pedro Chermont e Henrique Baez são exemplos de mudanças de rota superbem sucedidas. Pedro, que já quis ser astronauta, jogador de futebol e frentista, fez engenharia mecânica na PUC-Rio e hoje atua no mercado investidor interagindo com grandes empresas e novos empreendedores. Henrique traz na bagagem sua experiência como vendedor de loja de roupas e sua formação em publicidade. Hoje, superintendente de um grande shopping da Zona Sul, negocia com grandes Redes e empresários, responsável por um dos maiores faturamentos da região.

Ticiane, arquiteta que trabalha com cenografia, aconselha: “Tenham leveza para perceber que mais tarde vocês possam não trabalhar com a sua formação original, porém, com uma coerência profissional mais completa”. “É muito bom quando a gente encontra algo que motive a gente e seja modificador para a vida dos outros, também”, reforça Jaqueline, nutricionista e professora. E, retomando as sugestões que são muito mais do que “de pai ou mãe para os filhos ou filhas”, vem o recado: “Aproveitem ao máximo o universo da instituição em que irão estudar. Com um dia a dia profissional atrelado à vida acadêmica, para quem tem esse perfil, é possível acompanhar melhor as tendências do mercado e se renovar ao longo de toda a sua vida”, finaliza Cláudia Mont’Alvão, designer e professora da PUC-Rio.

Após todos os depoimentos veio o Recreio Musical. Sob o comando da Professora de música, Isabel Flauzino, os alunos se apresentaram empolgando e estendendo, sem qualquer esforço, o finalzinho da manhã. Foi uma manhã de grandes investimentos para todos. [12/05/2018]


¹Roadie – Técnicos ou pessoal de apoio que viajam com uma banda em turnê e lidam com várias partes da produção de um show, como a preparação e a montagem da aparelhagem nos palcos, antes das apresentações, por exemplo. Adaptado em 14/05/2018, de https://pt.wikipedia.org/wiki/Roadie

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Gripe e modos de prevenção

[vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_column_text]PALESTRA | Dr. Filipe da Veiga

Na última quarta-feira o Dr. Filipe da Veiga, pediatra e ex-aluno do Colégio Teresiano, nos prestigiou com uma palestra sobre a história da gripe e seus modos de prevenção.

Aproveitando o período da campanha de vacinação do Ministério da Saúde¹, que culmina do dia D, de mobilização nacional, em 12 de maio, e segue até o dia 1º de Junho, ele nos apresentou as primeiras gripes históricas, que dizimaram milhares de pessoas – como a 1ª pandemia causada pela H1N1 em 1918, a entrada de outras gripes, como a H3N2 – que está sendo chamada de nova gripe, mas que, na verdade, foi identificada pelos idos de 1968, e seus fluxos na história.

O Dr. Filipe se surpreendeu com a participação dos alunos do 7º ano, que não se privaram em fazer várias perguntas: “Fico satisfeito em vê-los atuando. No meu tempo os alunos eram mais tímidos, não perguntavam nada”, comentou.

As dúvidas variavam entre questões sobre como o vírus chega até nós, qual o significado das siglas ou nomes das gripes e as possíveis reações referentes à vacina.

“Hoje o que mais falta no mundo é o quê?”, provoca o doutor e segue: “Falta pensar no outro. E já percebeu que quando você se vacina está protegendo as outras pessoas também?”, diz. A partir daí, as formas de prevenção vêm para cuidar da gente e de quem convive conosco:

Lavar bem as mãos com água e sabão, as unhas, usar o álcool gel em vários momentos do dia – como antes e depois do lanche, ao sair do banheiro, da condução. Usar o braço para proteger o espirro ou a tosse e não as mãos, não falar muito próximo dos outros se estiver se sentindo resfriado, evitar mudanças bruscas de temperatura, como ao sair de casa, do ambiente mais quente, e ir para o frio sem nenhuma proteção adequada.

E, para terminar, o Dr. Filipe lançou um desafio para a turma presente: “Agora vocês têm o dever de serem multiplicadores para os outros colegas e suas famílias.”

Enquanto acontecia a palestra, o Colégio Teresiano lançou uma enquete no Stories do Instagram perguntando às pessoas que o acessavam se já haviam tomado a vacina. Até o final do dia havia quase 70% das respostas votadas pelo “não”. Então, aproveitem que até o dia 1º de junho dá tempo, mas não deixem para a última hora. Não vamos correr o risco à toa, não é mesmo?


¹campanha de vacinação do Ministério da Saúde

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_column_text]

Relembre, abaixo, as dicas do Dr. Filipe:

[/vc_column_text][vc_empty_space][vc_accordion active_tab=”0″ collapsible=”yes” style=”accordion”][vc_accordion_tab title=”1) Por que nos preocupamos tanto com a gripe?”][vc_column_text]Todos os anos 10% da população mundial é acometida pelo vírus Influenza, causador da gripe. Doença responsável por muitas faltas na escola e no trabalho, além de causar internações e óbitos. Crianças, gestantes, idosos e pessoas que apresentam comorbidades como diabetes, obesidade, imunodeficiências, doenças cardíacas e pulmonares são as mais suscetíveis.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”2) Quais são os principais sintomas e complicações?”][vc_column_text]Geralmente tem início abrupto com febre, calafrios, dor de cabeça e no corpo, mal estar, tosse não produtiva. Evolui com dor de garganta, congestão nasal e a tosse mais proeminente. Hiperemia conjuntival, dor abdominal , náusea, vômitos e diarréia também podem ocorrer. Essa forma costuma durar de 3-7 dias e representa a maioria dos casos. O vírus Influenza pode causar também miosite, otite média, bronquiolite ou pneumonia e ter complicações neurológicas como convulsão febril e encefalopatias. Pode ter infecções secundárias com bactérias oportunistas levando a quadros graves de pneumonia e insuficiência respiratória.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”3) Qual a melhor forma de se prevenir?”][vc_column_text]Geralmente tem início abrupto com febre, calafrios, dor de cabeça e no corpo, mal estar, tosse não produtiva. Evolui com dor de garganta, congestão nasal e a tosse mais proeminente. Hiperemia conjuntival, dor abdominal , náusea, vômitos e diarréia também podem ocorrer. Essa forma costuma durar de 3-7 dias e representa a maioria dos casos. O vírus Influenza pode causar também miosite, otite média, bronquiolite ou pneumonia e ter complicações neurológicas como convulsão febril e encefalopatias. Pode ter infecções secundárias com bactérias oportunistas levando a quadros graves de pneumonia e insuficiência respiratória.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”4) Quem deve se vacinar?”][vc_column_text]A campanha nacional de vacinação oferecerá a vacina trivalente para os maiores de 6 meses e menores de 5 anos, idosos com mais de 60 anos, gestantes, funcionários de saúde e o indivíduo com mais de 6 meses de idade que apresente alguma comorbidade como fator de risco para gripe. A vacina trivalente e a quadrivalente estão disponíveis na rede particular e podem ser tomadas nas outras faixas etárias não contempladas na campanha de vacinação. Crianças entre 6 meses de idade ate 8 anos que nunca tomaram a vacina devem receber no primeiro ano duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. Maiores de 9 anos devem receber sempre no primeiro ano apenas uma dose.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”5) Qual é a melhor vacina?”][vc_column_text]Apesar de a quadrivalente poder oferecer uma proteção maior que a trivalente a recomendação dos principais órgãos do Brasil e dos EUA é que se faça a vacina disponível e não aguarde a chegada de uma determinada vacina. As principais cepas circulantes estão contidas nas duas vacinas.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”6) Pode pegar gripe da vacina?”][vc_column_text]Não pode pegar gripe da vacina. A vacina é feita com vírus morto. Sintomas leves como náusea, fatiga, cefaléia, dores musculares e febre podem ocorrer.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”7) Pode tomar vacina de gripe com história de alergia ao ovo?”][vc_column_text]Sim. A vacina é considerada segura para quem tem alergia ao ovo.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”8) A vacina de gripe pode causar o Autismo?”][vc_column_text]Não. Nenhuma vacina está associada ao autismo.[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”9) Quando a criança pode retornar a escola se ela ficou gripada?”][vc_column_text]Se o seu filho não se sente bem, seu pediatra é a melhor pessoa para ser consultado para avaliá-lo se pode ou não voltar à escola. Use o senso comum para decidir na volta à escola pensando no bem estar do seu filho e a possibilidade de transmitir doenças para seus colegas de classe. Geralmente se mantém em casa quando tem febre, não está bem para acompanhar as atividades ou quando você pensar que pode transmitir para alguém.

[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title=”10) O que mais pode ser feito para ajudar na prevenção na transmissão da gripe?”][vc_column_text]Lavagem correta das mãos, proteger com a mão ou com braço na hora de espirrar ou tossir. Limpeza adequada de superfícies, pias, torneiras e bebedouros.

 

[/vc_column_text][/vc_accordion_tab][/vc_accordion][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern” padding_top=”22″ z_index=””][vc_column][vc_gallery type=”image_grid” images=”17173,17171″ img_size=”full” column_number=”2″ grayscale=”no” images_space=”gallery_without_space”][/vc_column][/vc_row]